Minha postagem de hoje no “Canal Ora, Bolas!” foi sobre o fenômeno Giulia Carvalho, do Minas TC, que passou 4 anos estudando e treinando na Universidade de Miami, e que voltou ao Brasil para só nadar os 100 borboleta abaixo da marca de 1 minuto.
Nas eliminatórias, de manhã, cravou 59.91. A noite, o ouro veio com 59.21.
A prospect rubro-negra, Joice Otero Rocha, de 17 anos de idade, que é uma das 16 mulheres da história a conseguir nadar os 100 borbo abaixo do minuto, tendo cravado 59.65 com 16 anos, nadou mal demais hoje pela manhã.
1:02.22 não garantiram para ela uma raia na grande final, tendo que se contentar em nadar a final B.
O que aconteceu?
59.82 numa final B… e a sensação de que ganharia sua primeira medalha absoluta numa disputa pra lá de acirrada com a Giulia.
Fica o aprendizado.
Natação não tem oponentes.
Sua relação é com o próprio corpo e com a água.
Fica também uma promessa. 1:02 nunca mais.
Só nadando pra 59 segundos é que os 58 virão.



