O Botafogo FR segue dominante na Liga Nacional de Futevôlei.
Ontem, após uma prorrogação sofrida em que derrotou o EC Bahia, que teve uma atuação extraordinária, por 15 x 13, o Glorioso conquistou seu tri-campeonato consecutivo da maior competição do país, que teve mais de 60 horas de transmissões ao vivo pelo SporTV, captando milhões de espectadores, e oferecendo uma premiação de R$ 90.000,00 para o campeão (R$ 180.000,00 no total, para os 4 melhores colocados).
O Cruzeiro EC ficou com o bronze ao derrotar seu arqui-rival C.Atlético Mineiro, também na prorrogação.
A competição apresentou o regulamento que determinava que cada equipe tivesse, no mínimo, um atleta ex-profissional de futebol de campo e dois profissionais do próprio futevôlei.
Cada set teve a duração de 18 pontos, sendo obrigatória que a vantagem final fosse de, pelo menos dois pontos. A prorrogação foi disputada em 15 pontos.
O ex-jogador de futebol de campo teve que permanecer em quadra, pelo menos, até seu adversário anotar seu nono ponto.
Felipe Adão, que pudemos externar para seu pai, Cláudio Adão, que seu filho é um dos atletas mais bem educados que já trabalhamos, foi o grande capitão do Botafogo.
Tavinho, para muito o craque de futevôlei número um do Brasil, e Kid Brasília, compuseram um verdadeiro dream team com a camisa alvinegra.
Com extra-série Zé Luis (ex-profissional do campo) lesionado, coube a Felipe Iceman e Índio, ao lado do Kaike (ex-campo), se superarem e, por muito pouco, não conquistarem o título máximo para o Bahia.
Beguinha, do Atlético Mineiro, foi outro grande destaque da competição, numa equipe que também comprovou, ao perder a semifinal contra o Botafogo nos detalhes da prorrogação, que está na primeira prateleira do futevôlei brasileiro. Beguinha teve como companheiro o Mancini, ex-ídolo de futebol de campo da Roma, na Itália.


