Nesse feriadão, esse jornalista estará fazendo imersão no mundo do Wrestling.
Acontecerá, no CEFAN, Rio de Janeiro, CBIs de diversas faixas etárias de Wrestling (do U15 ao Master), com total apoio do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC).
Como profissional que sou, já estou estudando a modalidada e, como sou visceral, já me apaixonei pela Giullia Penalber, 32 anos, única atleta do Wrestling brasileiro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Acabei de assistir a um especial com ela no canal de YouTube do Time Brasil e, em seguida, curti a luta final dos Jogos Panamericanos de Santiago 2023, onde a Giullia ganhou o ouro numa luta emocionante contra a canadense Hannah Taylor, em que empatou em pontos (6 x 6), vencendo no critério de desempate do golpe com maior pontuação, acho.
Mesmo sabendo do resultado, fiquei tenso como se a luta fosse ao vivo. Principalmente no último segundo de combate, onde a canadense quase pontuou.
Só sei que, a partir de amanhã, novos ídolos farão parte de um menu repleto de tietagem, composto por diversos herois do esporte.



